Uma alma clandestina
Cheia de porquês sem quês
Figurando rimas numa cortina
Vontade de resgatar o ido
O agora sem sentido
O não chegado tardio
Seja bem vindo riso
Fica e não sai
Mora aqui
Seja por mim o que
não soube ser
Faça aqui o que der pra fazer
Se não vier já foi
Amanhã serei de novo
O que? Não sei
Pano, tinta, parte
de uma haste
Sem contorno
Um dia
Segundo diminuto
A vida
O intermédio
O resto, o fim.
dieguito!!Qdo tu vais usar telefone de novo???e internet???e atualizar o blog????
ResponderExcluirVc sabe q eu t amo muito meu amigao! Mas nao custa repetir :)
Ve se t cuida!!! Vivo meio preocupada com essa tua rotina louca
dany